Algo sumiu no horizonte
Esse verão que não acaba já me doí demais.
Larguei as mãos que estavam juntas, peguei um desvio no caminho. Ando sozinho, com ela em minha vista ainda.
Tem doído demais, uma dor aprofundada pela falta de amigos que sabem quem eu sou. Aqueles amigos que podem me olhar e saber que choro por dentro.
Sinto falta daquela amiga que quando sentamos, sentamos por uma noite inteira. Sinto falta do azul de seus olhos, que quando entram em algum lugar congelam o tempo, estendendo o momento por um momento. Penso em seu sorriso minha cara, e penso em seu colo, magnífico peitos.
E sofro, afastado desses que me fazem pensar. Dos que me fazem sonhar.
Sinto saudades, e de vez em quando, quando estou sozinho, choro pra fora, choro sem ninguém me ver.

É hora do poente em São Francisco em São Francisco
Larguei as mãos que estavam juntas, peguei um desvio no caminho. Ando sozinho, com ela em minha vista ainda.
Tem doído demais, uma dor aprofundada pela falta de amigos que sabem quem eu sou. Aqueles amigos que podem me olhar e saber que choro por dentro.
Sinto falta daquela amiga que quando sentamos, sentamos por uma noite inteira. Sinto falta do azul de seus olhos, que quando entram em algum lugar congelam o tempo, estendendo o momento por um momento. Penso em seu sorriso minha cara, e penso em seu colo, magnífico peitos.
E sofro, afastado desses que me fazem pensar. Dos que me fazem sonhar.
Sinto saudades, e de vez em quando, quando estou sozinho, choro pra fora, choro sem ninguém me ver.

É hora do poente em São Francisco em São Francisco

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