No meu tempo
O tempo encobre
Vento
Dobra o cipreste a beiramar
O tempo reforma
Parede
Que se esconde atras das parades
O tempo engole
Vomita
Dor, constante existencial
Traz saudade
Do que poderia ser.
Do que não fui,
E nunca serei.
Vento
Dobra o cipreste a beiramar
O tempo reforma
Parede
Que se esconde atras das parades
O tempo engole
Vomita
Dor, constante existencial
Traz saudade
Do que poderia ser.
Do que não fui,
E nunca serei.
